A primeira edição do Atlas de Energia Elétrica
do Brasil atingiu números expressivos. Foram distribuídos
cerca de três mil exemplares impressos e cinco mil CD-ROMs;
a página da ANEEL na Internet registrou uma média mensal
de dez mil downloads do arquivo do Atlas entre 2002 e 2003, média
que se elevou para treze mil em janeiro de 2004. A publicação
recebeu, ainda, duas honrosas premiações: "Publicação
Especial", conferida pela Associação Brasileira
de Comunicação Empresarial - ABERJE, e "Opinião
Pública 2002", na categoria Publicações,
conferida pelo Conselho Regional de Profissionais de Relações
Públicas - CONRERP (2ª Região).
Em virtude do sucesso da primeira edição e motivada
pela contínua demanda, a ANEEL, com o apoio da Organização
Mundial de Meteorologia - OMM, do Programa das Nações
Unidas para o Desenvolvimento - PNUD e de outras instituições
governamentais e não governamentais, tem a satisfação
de publicar esta segunda edição, revista, atualizada
e ampliada. Buscou-se também proporcionar ao leitor uma leitura
mais fácil e agradável da obra, mediante o aprimoramento
da arte gráfica da publicação, nas versões
impressa e digital.
A ampliação, a atualização e o aprimoramento
deste trabalho decorrem da competência atribuída à
ANEEL de organizar e manter atualizado o acervo de informações
e dados técnicos relativos às atividades estratégicas
dos serviços de energia elétrica no Brasil e refletem
uma de suas principais diretrizes, qual seja, a de educar e informar
os agentes e demais atores envolvidos sobre as políticas,
diretrizes e regulamentos do setor elétrico brasileiro.
O Atlas procura sistematizar e tornar disponível aos agentes
e especialistas, bem como a toda a sociedade, dados e informações
básicas, colhidas de diversas fontes, a
respeito de tecnologias de geração de energia elétrica,
de empreendimentos de geração e transmissão,
assim como de aspectos socioeconômicos relacionados com o
setor elétrico brasileiro.
A oferta de energia elétrica no Brasil obteve em 2002 e 2003 um ganho de 8.631,4 MW, resultantes da entrada em operação comercial de novos empreendimentos na área de geração e da adição de um total de 7.416,2 km de novas linhas de transmissão. Não obstante, existem regiões do País, mais remotas e menos desenvolvidas, que necessitam de uma estrutura de oferta calcada nas potencialidades locais de energia. O Atlas provê informações relevantes, que podem subsidiar ações nesse campo, de forma que cada recurso energético seja estrategicamente aproveitado, maximizando-se os benefícios e minimizando-se os impactos negativos sobre meio ambiente e a sociedade.
Com esta nova edição do Atlas, a ANEEL espera estar
contribuindo para o desenvolvimento equilibrado e sustentável
do setor elétrico brasileiro.
Ficam aqui registrados os agradecimentos ao apoio e à colaboração
indispensável das instituições, dos profissionais
do setor e de todos aqueles que contribuíram para elaborar
esta segunda edição.
Jerson Kelman
Diretor-Geral
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