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Aneel aprova edital de leilão de linhas de transmissão
e aprecia amanhã (29/09) reavaliação da RAP


A diretoria colegiada da Agência analisará em reunião extraordinária a Receita Anual Permtiida (RAP) definida para o leilão de dez linhas de transmissão programado para 15 de dezembro, em conseqüência das novas regras de financiamento anunciadas pelo BNDES.

 
Agência adota medidas para garantir normalidade
no fornecimento de energia durante as eleições


As concessionárias deverão manter plantão especial para monitorar a distribuição de energia no próximo domingo (01/10). A Aneel estará à disposição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dos tribunais regionais eleitorais para intermediar a solução de eventuais problemas.

 


Proposta aprimora cálculo de tarifas de uso
e de energia para pequenas distribuidoras


O documento estará disponível, a partir de amanhã (29/09), em audiência pública. Metodologia irá aperfeiçoar a regulamentação existente para concessionárias do segmento e cooperativas de eletrificação rural.

 
 





Aneel irá apreciar possíveis ajustes na Receita Anual Permitida em edital de leilão de linhas de transmissão marcado para dezembro

        Nesta sexta-feira (29/09), a diretoria da Agência vai analisar em reunião extraordinária, a partir das 10h, possíveis ajustes ao edital para o leilão de concessões de dez novas linhas de transmissão e três subestações, após o anúncio das mudanças nos custos de financiamentos de novos projetos de transmissão divulgados esta semana pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As novas regras podem trazer alterações na Receita Anual Permitida (RAP), receita máxima das transmissoras para a prestação do serviço. O edital, aprovado pela Aneel na última quarta-feira (27/09), será divulgado nos próximos dias no Diário Oficial da União e no link Licitações/Editais de Transmissão na página da Aneel na internet (www.aneel.gov.br).
        No leilão, investidores irão disputar seis lotes com empreendimentos a serem construídos em nove estados: Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. O leilão será realizado no dia 15 de dezembro nas dependências da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, em sessão pública conduzida pela Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
        As concessões visam à instalação, operação e manutenção de 1.033 quilômetros de linhas destinadas à melhoria do atendimento de energia elétrica nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste e à expansão da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional. Os prazos para a entrada em operação comercial dos empreendimentos variam entre 18 e 22 meses, a partir da assinatura do contrato de concessão. Os investimentos totais estão estimados em R$ 680 milhões para a construção dos empreendimentos, com geração de 3.100 novos empregos. Veja aqui a relação dos lotes e respectivas linhas.
Financiamento – Pelas novas regras anunciadas pelo BNDES, os novos financiamentos a projetos de geração de energia e de linhas de transmissão passarão a ser 100% em TJLP. Até então, parcela de 20% do financiamento era indexada pelo IPCA.


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Concessionárias de distribuição adotarão
esquema especial de plantão durante as eleições

         A Aneel determinou às 64 concessionárias de distribuição que atuam no país o reforço das equipes de manutenção preventiva, com adoção de esquema especial de plantão destinado a garantir a normalidade no fornecimento de energia elétrica nas eleições do próximo domingo (01/10). A fiscalização da Agência estará em contato direto com as concessionárias, e a ouvidoria da Aneel ficará à disposição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dos tribunais regionais eleitorais. Essas medidas têm como objetivo intermediar a solução de eventuais problemas no abastecimento de energia aos locais de votação.
         Adotado tradicionalmente pelas concessionárias por orientação da Agência, o plantão das eleições tem caráter preventivo e os eventuais problemas de responsabilidade da distribuidora serão fiscalizados pela Aneel e pelas agências estaduais conveniadas. Esse procedimento irá funcionar também no segundo turno, previsto para o dia 29 de outubro nos locais onde a disputa dos cargos majoritários for decidida em segunda votação.
         Em ambas as ocasiões, a Central de Teleatendimento da Agência, que atende por meio do número 144, vai funcionar de 8h às 20h. Funcionários designados pelas distribuidoras também estarão disponíveis para informar a Agência sobre ocorrências registradas durante a votação.

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Aperfeiçoamento do cálculo das tarifas de energia e de
uso para distribuidoras de pequeno porte vai à audiência pública

         Nesta semana, a Agência decidiu submeter à audiência pública, a partir de amanhã (29/09), o aperfeiçoamento da metodologia de cálculo das Tarifas de Uso do Sistema de Distribuição (Tusd) e das Tarifas de Energia (TE) específicas para as distribuidoras de energia elétrica com mercado inferior a 500 gigawatts/hora por ano (GWh/ano). A metodologia, que abrange também as cooperativas de eletrificação rural que serão enquadradas como permissionárias de serviço público, irá incorporar diretrizes estabelecidas no Decreto nº 4.541/02 à regulamentação existente para adequar as contratações de energia e de uso nesses segmentos.
         A proposta prevê a alteração de itens das Resoluções Normativas nºs 166/05 e 206/05, que definem normas de cálculo da Tusd e TE. A Tusd é a tarifa paga por todos os usuários conectados à rede das distribuidoras, sejam consumidores residenciais, comerciais, industriais e rurais, concessionárias de pequeno porte e geradores. A Tarifa de Energia é aplicada apenas aos consumidores cativos e às pequenas distribuidoras conectadas à rede de distribuição de outras concessionárias e incide sobre o faturamento mensal da energia adquirida pelas distribuidoras.
         A minuta de resolução prevê a aplicação de descontos em componentes da Tusd nos contratos vigentes para o ano de 2006. O objetivo é contribuir para a modicidade tarifária ao reduzir o impacto da Tarifa de Uso no cálculo das tarifas dos consumidores finais das pequenas distribuidoras. Para as cooperativas de eletrificação rural, poderá haver também descontos na Tarifa de Energia.
         O texto em audiência pública estará disponível para consulta no link Audiências/Consultas/Fórum na página da Aneel na internet (www.aneel.gov.br) a partir de amanhã (29/09). Contribuições por escrito poderão ser enviadas até 20 de outubro próximo para o e-mail ap013_2006@aneel.gov.br; para o fax (61) 2192-8839 ou pelo correio para o endereço SGAN – Quadra 603 – Módulo I – Térreo/Protocolo Geral da ANEEL – Brasília- DF - CEP 70.830-030. A audiência pública presencial será no dia 25 de outubro no auditório da Aneel em Brasília.






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Aneel autoriza transferência de
concessões de geração do Grupo Rede

         O Grupo Rede deverá concluir, até o final do ano, o processo de transferência da totalidade das ações que detém em 11 concessionárias de geração para a empresa italiana Enel Brasil Participações Ltda.. A operação aprovada ontem (27/09) pela diretoria da Aneel é mais uma etapa da reestruturação societária que resultou na separação das atividades de geração e de transmissão dos serviços de distribuição das cinco concessionárias de energia elétrica do grupo nos estados de São Paulo, Pará, Tocantins e Mato Grosso.
         A transferência envolve a venda do controle acionário das geradoras Apiacás Energia S/A, Braço Norte Energia S/A, Cuiabá Energia S/A, Juruena Energia S/A, Primavera Energia S/A, VP Energia S/A, que têm como controladora a empresa Rede Power do Brasil S/A. A relação das empresas incluídas na negociação lista ainda as concessionárias Isamu Ikeda Energia S/A, Socibe Energia S/A e Alvorada Energia S/A, controladas por Tocantins Energia S/A; além de Quatiara Energia S/A, controlada por Rede Empresas de Energia Elétrica S/A; e Vale Energética S/A, que está sob a holding Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S/A.
         Essas empresas são resultantes da cisão das distribuidoras Caiuá Serviços de Eletricidade S/A (SP), Centrais Elétricas do Pará S/A (Celpa), Companhia Energética do Estado do Tocantins (Celtins), Centrais Elétricas Matogrossenses (Cemat) e Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S/A (EEVP), concluída em janeiro deste ano. O processo, previsto na Lei nº 10.848/04, resultou na criação de empresas holding e de subsidiárias de geração e de distribuição.
         Veja abaixo a relação das concessionárias e dos empreendimentos que serão transferidas para a Enel Participações:

Concessionárias
Geradoras
Empreendimentos
Município
Potência instalada

Apiacás Energia S/A

PCH* Casca III
Chapada dos Guimarães
12,420 MW
PCH Casca II
Chapada dos Guimarães
3,520 MW
Braço Norte Energia S/A
PCH Braço Norte
Guarantã do Norte
5,180 MW
Cuiabá Energia S/A
PCH Alto Paraguai
Alto Paraguai
1,344 MW
Juruena Energia S/A
PCH Juína
Juína
2,648 MW
CGH** Aripuanã
Aripuanã
800 kW
Primavera Energia S/A
PCH Primavera
Poxoréu e Primavera do Leste (MT)
8,120 MW
VP Energia S/A
PCH Culuene
Paranatinga e Primavera do Leste
1,794 MW
PCH Alto Araguaia
Alto Araguaia e Santa Rita do Araguaia
800 kW
PCH Poxoréu
Poxoréu
1,200 MW
PCH São Domingos
Torixoréu (MT)
2,400 MW
Isamu Ikeda Energia S/A
UHE*** Isamu Ikeda
Ponte Alta do Tocantins e Monte do Carmo (TO)
29,064 MW
Socibe Energia S/A
UHE Agro Trafo
Dianópolis (TO)
14,040 MW
Alvorada Energia S/A
PCH Lajes

Wanderlândia(TO)

2,070 MW
PCH Taguatinga

Taguatinga(TO)

1,750 MW

PCH Lajeado
Lajeado (TO)
1,776 MW
CGH Corujão
Araguaína (TO)
680 kW
CGH Ponte Alta
Ponte Alta do Bom Jesus (TO)
280 kW
CGH Bagagem
Natividade
480 kW
Quatiara Energia S/A

PCH Quatiara

Rancharia (SP)

2,600 MW

CGH Laranja Doce
Martinópolis (SP)
720kW
Vale Energética S/A
PCH Pari
Cândido Mota (SP)
1,344 MW

*Pequena Central Hidrelétrica
**Central Geradora Hidrelétrica
***Usina Hidrelétrica

 

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Editais de venda de ações da
Celesc em hidrelétricas são aprovados

         A distribuidora Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) obteve aprovação da Aneel para os editais de venda de ações da estatal nas empresas Machadinho Energética S/A (Maesa) e Dona Francisca Energética S/A (Dfesa). A operação é decorrente do processo de segregação das atividades de geração e de distribuição da empresa, ainda em andamento.
         A Celesc detém participação de 12,16% na Maesa, responsável pela concessão para exploração da usina hidrelétrica de Machadinho, localizada na divisa dos estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Com potência instalada de 1.140 megawatts (MW), a usina tem ainda como sócios as empresas Alcoa Alumínio S/A (22,61%), Camargo Corrêa Cimentos S/A (4,63%), Cimento Rio Branco S/A (4,93%), Companhia Brasileira de Alumínio (24,18%), Companhia Estadual de Energia Elétrica (4,86%), Departamento Municipal de Eletricidade de Poços de Caldas (2,4%), Tractebel Energia S/A (16,94%) e Valesul Alumínio S/A (7,28%).
         O edital de venda de ações da Dona Francisca Energética prevê a transferência da participação de 23,03% da Celesc na empresa, que detém 95% do capital total da usina hidrelétrica Dona Francisca. O empreendimento está localizado nos municípios de Agudo e Nova Palma (RS) e tem potência instalada de 125 MW. A Defesa é composta também pelas empresas Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel – 23,03%), Gerdau S/A (51,82%) e Desenvix S/A (2,12%). A usina tem ainda como sócio a Companhia Estadual de Energia Elétrica (5%) do Rio Grande do Sul.
         A Agência terá que aprovar ainda um novo modelo de desverticalização da estatal, que prevê a criação de subsidiárias de geração e de distribuição. O prazo final para a conclusão de todas as etapas do processo pela Celesc expirou no dia 30 de junho deste ano. O processo administrativo punitivo instaurado pela Aneel ainda está em análise pela área técnica.
Desverticalização – A diretoria colegiada da Aneel negou esta semana pedido de prorrogação para fevereiro de 2007 do prazo para a separação das atividades de geração e de transmissão dos serviços de distribuição da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) do Rio Grande do Sul. O prazo final para a conclusão do processo de desverticalização da estatal venceu em 30 de junho deste ano.
         A decisão da Agência tem como base determinação da Lei nº 10.848/04 e do Decreto 5.163/04 que permite uma única prorrogação por período máximo de 18 meses. Em setembro do ano passado, a Aneel prorrogou o prazo por nove meses, ao atender solicitação da empresa. O descumprimento do prazo é passível de punição, conforme prevê a Resolução Normativa nº 063/04.




Copel é autorizada a implantar
medidores eletrônicos de consumo de energia

         A Aneel aprovou esta semana resolução que autoriza a Companhia Paranaense de Energia (Copel) a instalar e substituir, em caráter experimental, os atuais medidores de consumo eletromecânicos por medidores eletrônicos externos. A empresa atende 3,27 milhões de unidades consumidoras em 396 municípios paranaenses e em um município de Santa Catarina. A autorização vai vigorar pelos próximos 24 meses.
         A Copel é a terceira concessionária de distribuição do país a adotar o sistema de medição eletrônica de consumo com o objetivo de reduzir, em determinadas áreas da concessão, o alto índice de perdas não-técnicas (comerciais) resultantes do furto de energia por meio de ligações irregulares e da adulteração dos medidores. Em maio e dezembro do ano passado, a Agência autorizou, respectivamente, as distribuidoras Ampla Energia e Serviços S/A (RJ) e Companhia Energética do Ceará (Coelce) a implantarem o mesmo tipo de sistema.
         O regulamento estabelece que a Copel deverá informar por escrito, com antecedência mínima de 30 dias, aos consumidores beneficiados pela mudança sobre a substituição do equipamento e da metodologia de medição do consumo de energia. A distribuidora deverá também disponibilizar serviço telefônico gratuito para que o consumidor possa obter informações sobre seu consumo e seu respectivo valor.
         Nos primeiros nove meses e aos 18 meses da implantação dos medidores eletrônicos, a empresa deverá apresentar a Aneel relatórios detalhados sobre a repercussão do projeto entre os consumidores, o desempenho do equipamento e as vantagens e desvantagens do novo sistema.



 

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Municípios de Minas Gerais receberão
renda extra pela exploração da hidrelétrica Irapé

         Os municípios mineiros de Berilo, José Gonçalves de Minas, Leme do Prado, Turmalina, Botumirim, Cristália e Grão Mogol terão direito a parcelas da Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos para Geração de Energia Elétrica (CFURH) em conseqüência da inundação de suas áreas pelo reservatório da hidrelétrica de Irapé. A usina entrou em operação comercial este ano. A área total inundada pelo reservatório é 148,81 quilômetros quadrados (km²) no território dos sete municípios.
         Os percentuais das áreas dos municípios inundadas pelo reservatório da hidrelétrica foram aprovados esta semana pela Aneel. A usina, instalada no rio Jequitinhonha, é de responsabilidade da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e terá o total de 360 megawatts (MW) de potência. Nos meses de julho e agosto, começaram a operar as duas unidades geradoras da usina, de 120 MW cada. A terceira, também de 120 MW, entra em funcionamento no final de outubro próximo. A Compensação é um encargo pago atualmente por 149 hidrelétricas pelo uso dos rios para a geração de energia em municípios com áreas alagadas pelos reservatórios. Os recursos podem ser aplicados pelas prefeituras em educação, saúde e segurança.
         Os percentuais de áreas dos municípios inundadas pelo reservatório da hidrelétrica de Irapé definidos pela Agência são os seguintes:

Município
UF
Área Inundada (%)

Berilo

MG
5,0065

José Gonçalves de Minas

MG
16,5310
Leme do Prado
MG
5,1945
Turmalina
MG
9,6030
Botumirim
MG
21,4635
Cristália
MG
27,5185
Grão Mogol
MG
14,6830
TOTAL
100

         Este ano, 616 municípios e 21 estados, além do Distrito Federal, receberam R$ 586,33 milhões com a Compensação Financeira. Em 2005, os recursos totais da compensação distribuídos a municípios e estados somaram R$ 802,94 milhões.
         A legislação determina que as hidrelétricas recolham 6,75% do valor obtido com a geração de energia a título de Compensação Financeira. O encargo é previsto na Constituição Federal e os recursos arrecadados são distribuídos por sistema de rateio. Desse percentual, 6% são divididos entre municípios, estados, ministérios de Minas e Energia (MME) e do Meio Ambiente (MMA) e Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico Tecnológico. O restante - 0,75% - é destinado especificamente à implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos e do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos.


 


Autorizada a construção de termelétrica no Pará

         A empresa Usina Siderúrgica de Marabá S/A está autorizada a implantar e explorar, na condição de produtor independente de energia, a termelétrica Usimar, de 10 megawatts (MW) de potência instalada. A usina será construída no município paraense de Marabá e, de acordo com o cronograma aprovado, deverá entrar em operação comercial no dia 16 de maio de 2007.
Transferência – A Agência autorizou ainda a Hidrotérmica S/A transferir autorizações para implantação das pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) Autódromo e São Paulo para as empresas Autódromo Energética S/A e São Paulo Energética S/A, respectivamente.
        A usina Autódromo estará localizada entre os municípios de Guaporé e Vista Alegre do Prata, no Rio Grande do Sul, e terá 15,1 MW de capacidade. A PCH São Paulo vai operar com 11 MW de potência e será construída entre os municípios de Guaporé e Nova Bossano, também no Rio Grande do Sul.
        A Agência determinou ainda que as empresas apresentem até o dia 31 de julho de 2007 a licença ambiental de instalação para fixação de um novo cronograma de implantação das referidas usinas.

 

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Áreas de terras em três estados
são declaradas de utilidade pública

         A Aneel declarou de utilidade pública áreas de terra necessárias à construção de duas hidrelétricas nos municípios de Itarumã e Caçu, em Goiás. A usina Salto do Rio Verdinho terá 93 megawatts (MW) de potência e a hidrelétrica Salto, 108 MW. As declarações, para fins de desapropriação, beneficiam as empresas Rio Verdinho Energia S/A e Rio Verde Energia S/A, respectivamente.
         A Agência também declarou de utilidade pública áreas de terra necessárias à implantação das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) São Domingos II e Boa Sorte. A primeira usina, com 28 MW de capacidade, será instalada no município de São Domingos (GO) e deverá entrar em operação comercial em janeiro de 2007. A declaração, para fins de desapropriação, favorece a empresa Santa Cruz Power Corporation Usinas Hidroelétricas S/A. Já a PCH Boa Sorte, que será instalada nos municípios de Dianópolis e de Novo Jardim, em Tocantins, terá 16 MW de potência. O empreendimento, de responsabilidade da empresa Boa Sorte Energética S/A, deve entrar em operação em dezembro de 2007.
         Outra declaração da Aneel refere-se à área de implantação da linha de transmissão PCH Caju - Alimentador Xaxim 2. O empreendimento ligará os municípios catarinenses de Xanxerê e Xaxim, terá 23 quilovoltts (kV) e 5,3 quilômetros (km) de extensão. O empreendimento inicia a operação no próximo dia 31 de dezembro. A declaração, para fins de servidão administrativa, beneficia a empresa Hacker Industrial Ltda..


 




Rápidas


  • A empresa Arcelor Brasil S/A (atual denominação da Companhia Siderúrgica Belgo-Mineira S/A) foi autorizada a transferir, para a empresa Belgo Siderurgia S/A, as parcelas das ações que detém na empresa Usina Hidrelétrica Guilman–Amorim S/A e na concessão do aproveitamento hidrelétrico Guilman–Amorim. Com a operação, a Belgo Siderurgia passa a ser integrante do consórcio UHE Guilman–Amorim, juntamente com a Samarco Mineração S/A. O consórcio é responsável pela concessão, no regime de autoprodução, do aproveitamento hidrelétrico Guilman–Amorim, de 140 megawatts (MW), localizado entre os municípios mineiros de Nova Era e Antônio Dias.




Mais Energia

Geração


Acompanhe a previsão de entrada em operação das usinas em obras.

 

Acréscimo anual da geração em MW. Evolução da capacidade instalada de 1990 a 2004.

 

Transmissão


Acompanhe o andamento das obras de transmissão. Previsão de entrada em operações de linhas autorizadas e concedidas.

A Aneel licitou e autorizou, desde 1998, 28.263,10 quilômetros de extensão de linhas de transmissão. Desses, 20.410,38 quilômetros estão em operação comercial. Em 2005 foram energizados 3.035,70 quilômetros de linha. Em 2006 já foram energizados 475,80 quilômetros em linhas e estão previstos mais 3.523,22 quilômetros até o final do ano, totalizando 3.999,02 novos quilômetros de linhas construídas em 2006. Atualmente estão em operação 82.995,876 quilômetros de linha no Sistema Interligado Nacional - SIN.

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Rede básica de transmissão. Acréscimo anual de linhas.

 

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