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Leilão de energia A - 5 de empreendimentos com potência
instalada
de aproximadamente 7 mil MW atrai 69 empresas
A lista de 69 empresas que entregaram a documentação para a pré-qualificação ao leilão de energia de novos empreendimentos de geração marcado para o próximo dia 10 está disponível no link Licitações/Editais de Geração na página da Aneel na internet (www.aneel.gov.br). A documentação foi apresentada na última terça-feira (03/10) em São Paulo, com o depósito das garantias financeiras e de proposta. Pela relação e demais informações relativas ao leilão, divulgadas ontem (04/10) pela Comissão Especial de Licitação da Agência, haverá a participação de 40 empreendimentos que somam aproximadamente 7 mil megawatts (MW) de potência instalada.
Dos 40 empreendimentos, quatro são novas usinas hidrelétricas: Cambuci, Barra do Pomba, Dardanelos e Mauá. Entretanto, com a decisão do juiz da 1 ª Vara da Justiça Federal de Londrina (Paraná), Oscar Alberto Mezzaroba Tomazoni, anunciada hoje (05/10), de suspender a participação da usina de Mauá no leilão, o número final de empreendimentos poderá ser 39.
O leilão, classificado como A-5, irá comercializar energia via internet para contratos de suprimento com entrega a partir de janeiro de 2011. Destina-se a novos empreendimentos de geração de fonte hidráulica ou térmica, ainda sem autorização ou concessão; inclusive projetos de ampliação de usinas existentes; à importação de energia e também aos projetos concedidos ou autorizados até 16 de março de 2004, que entraram em operação comercial a partir de 1º de janeiro de 2000 e cuja energia estava sem contratação em 16 de março de 2004.
Do total de empresas que apresentaram a documentação, 45 estão interessadas na pré-qualificação como vendedoras e 24 como compradoras (distribuidoras). Algumas empresas poderão participar como vendedoras em mais de um caso. Após o leilão, no dia 10, as empresas vencedoras deverão apresentar os documentos relativos à habilitação jurídica, econômico-financeira e de comprovação de regularidade fiscal no dia 19 de outubro, na fase de pós-qualificação prevista no edital.
Abaixo, links com a relação das empresas e respectivas áreas de interesse:
Caso 1 - Concessões de Novas Usinas Hidrelétricas (Dez empresas)
Caso 2 – Outorgas de Autorizações de Usinas Termelétricas, pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e Projetos de Ampliação ou Importação (13 empresas)
Caso 3 - Projetos concedidos ou autorizados até 16 de março de 2004, que entraram em operação comercial a partir de 1º de janeiro de 2000 e cuja energia estava sem contratação até 16 de março do ano passado (Art. 17 da lei 10.848/04). (22 empresas)
Caso 4 - Compradores (24 empresas)
Aneel realiza amanhã (06/10) reunião de esclarecimentos
do leilão de linhas de transmissão marcado para dezembro
A reunião de esclarecimentos sobre o Manual de Instruções e procedimentos do leilão de linhas de transmissão marcado para o próximo dia 15 de dezembro será realizada amanhã (06/10), às 15h, no auditório da Agência em Brasília. O edital do leilão foi publicado esta semana no Diário Oficial da União após os ajustes na Receita Anual Permitida (RAP) máxima estabelecida para os seis lotes com dez linhas de transmissão e três subestações que serão ofertados.
A RAP definida para os lotes que serão disputados foram modificados pela Aneel em conseqüência de mudanças em regras anunciadas há poucos dias pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiamento de novos projetos de geração e transmissão de energia elétrica.
As concessões visam à instalação, operação e manutenção de aproximadamente 1.033 quilômetros de novas linhas da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN), que serão implantados nos estados da Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Veja aqui a relação dos empreendimentos.
Leilão de novembro - Até o próximo dia 20 de outubro, a Aneel divulgará as empresas e consórcios pré-qualificados a disputar sete lotes em leilão marcado para 24 de novembro. Esta semana, 30 investidores demonstraram interesse em participar do leilão ao entregar a documentação na Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), em São Paulo. São 19 empresas brasileiras estatais e privadas, mais cinco da Espanha, três de Portugal, duas da Colômbia e uma da Itália.
Serão disputadas concessões para instalação, operação e manutenção de 14 linhas de transmissão de energia elétrica e três subestações. Os empreendimentos, que somarão aproximadamente 2.250 quilômetros, passarão por oito estados: Mato Grosso, Rondônia, Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Bahia, Espírito Santo e Paraná. Confira aqui as empresas e consórcios interessados nos respectivos lotes que serão ofertados no leilão.
Proposta que avalia real disponibilidade de
geração de termelétricas vai à audiência pública
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) deverá considerar, no Programa Mensal de Operação Eletroenergética (PMO), a real disponibilidade de geração de usinas termelétricas acionadas de forma centralizada, em razão da falta ou de restrições no suprimento de combustível. A proposta será submetida à audiência pública documental de hoje (05/10) até o próximo dia 18 de outubro, com a finalidade de obter contribuições de representantes de diferentes segmentos do setor elétrico sobre os impactos da inclusão de usinas afetadas por problemas de abastecimento de gás natural.
A minuta de resolução apresentada pela Aneel determina a inclusão no PMO do indicador de disponibilidade observada por usina, estabelecido pela Resolução Normativa nº 231/06 e calculado mensalmente pelo ONS. O índice equivale à relação entre geração programada por ordem de mérito de custo e geração não atendida por falta de combustível.
Por determinação da Agência, o Operador e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) deverão apresentar, ainda este mês, estudos sobre os impactos de eventual redução na oferta de energia térmica sobre o Custo Marginal de Operação (CMO)* do Sistema Interligado, a Curva de Aversão a Risco (CAR)** e o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD).***
Essas avaliações e as contribuições colhidas na audiência pública irão subsidiar a Aneel no fechamento da proposta de regulamento apresentada. O objetivo é que o ONS passe a considerar, no planejamento e na programação da operação, a real oferta de energia das usinas termelétricas.
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*Custo Marginal de Operação – Custo por megawatt (MW) produzido para atender ao acréscimo de carga no sistema.
** Curva de Aversão a Risco – mecanismo que estabelece o nível mínimo de armazenamento dos reservatórios das hidrelétricas necessário à produção de energia com segurança para o Sistema Interligado.
***Preço de Liquidação das Diferenças – preço de venda de energia elétrica no mercado de curto prazo.

Agência encaminha ao MME alternativas para decisão
sobre
prorrogação dos contratos de concessões da Cemig
A diretoria da Aneel aprovou esta semana o encaminhamento ao Ministério de Minas e Energia (MME) de um conjunto de alternativas para embasar a decisão relativa aos pedidos de prorrogação de prazos de concessões de nove hidrelétricas pertencentes à Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). Os empreendimentos são as pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) Pandeiros, Rio das Pedras, Poço Fundo, São Bernardo, Xicão e Luiz Dias; usinas hidrelétricas (UHEs) Emborcação e Nova Ponte; e central geradora hidrelétrica (CGH) Santa Luzia. Juntas, as usinas somam 1.735 megawatts (MW) de potência.
O ofício a ser enviado ao MME acompanha os processos devidamente instruídos, com base em estudos das áreas técnicas da Agência, que apontam vantagens e desvantagens em quatro opções de ações que poderão ser adotadas pelo Ministério, além de medidas complementares. Esse procedimento foi adotado anteriormente pela diretoria da Aneel em processos de outras empresas que tratavam da prorrogação de prazos de concessões de geração destinadas a serviço público.
Na decisão da diretoria constam as seguintes alternativas:
1) prorrogação das concessões pelo prazo de 20 anos, indistintamente, a contar das datas de vencimento das respectivas outorgas, à semelhança do tratamento até aqui dispensado às usinas hidrelétricas destinadas a serviço público e alcançadas pelo art. 19 da Lei nº 9.074/95;
2) prorrogação das concessões pelo prazo estimado para a depreciação dos ativos, limitado a 20 anos;
3) não acatar os pedidos com transferência dos ativos para a União e posterior realização de licitações de outorga para essas concessões. Nesta hipótese, o Poder Concedente poderia prorrogar as concessões pelo prazo necessário para os devidos procedimentos licitatórios conforme o item 4.4 do documento "Modelo Institucional do Setor Elétrico" aprovado pela Resolução CNPE nº 09/03 (até dezembro de 2007, por exemplo).Também poderia definir os critérios para a reversão e a forma de indenização dos bens reversíveis.
4) para as alternativas citadas nos itens 1 e 2, a diretoria sugere ainda que o Ministério adicionalmente poderia: a) estabelecer que, ao término da vigência dos Contratos de Comercialização de Energia Elétrica em Ambiente Regulado (CCEAR) celebrados a partir do leilão de energia existente, de dezembro de 2004, a energia assegurada das usinas com prazos de concessão prorrogados seja destinada ao Ambiente de Contratação Regulada (ACR); b) optar pela imputação da cobrança pelo Uso de Bem Público, conforme consta no artigo 4º da Lei nº 9.074/95, em valor equivalente ao da Reserva Global de Reversão (RGR) apurada para cada usina, a partir da extinção deste encargo, prevista para o final de 2010, de acordo com a Lei nº 9.648/98.
Detalhes da decisão da diretoria colegiada podem ser conferidos no link Reuniões Públicas de Diretoria/ Memórias/03/10 na página da Aneel na internet (www.aneel.gov.br).
As usinas e respectivas potências podem ser conferidos abaixo:
Empreendimento |
Tipo |
Potência (MW) |
Pandeiros |
PCH |
|
Rio das Pedras |
PCH |
9,28 |
Emborcação |
UHE |
1.192 |
Nova Ponte |
UHE |
510 |
Poço Fundo |
PCH |
9,16 |
São Bernardo |
PCH |
6,82 |
Xicão |
PCH |
1,81 |
Luiz Dias |
PCH |
1,62 |
Santa Luzia |
CGH |
0,70 |
UHE: Usina Hidrelétrica
PCH: Pequena Central Hidrelétrica
CGH: Central Geradora Hidrelétrica

Aprovado o processo de desverticalização da Celesc
O processo de segregação das atividades da Centrais Elétricas de Santa Catarina S/A (Celesc) foi aprovado esta semana pela diretoria da Aneel. A decisão autoriza a execução de alterações na estrutura societária que resulta na transformação da Celesc em holding e a criação de suas subsidiárias: Celesc Geração S/A e Celesc Distribuição S/A, com a incorporação de patrimônio correspondente a cada segmento.
A desverticalização, definida como a separação das áreas de distribuição das de geração e transmissão, é uma exigência da lei nº 10.848/04 para as empresas do setor elétrico do país. No formato de desverticalização da Celesc aprovado pela Aneel, a holding permanecerá com as participações minoritárias nas empresas Machadinho Energética S/A (Maesa); Dona Francisca Energética S/A (Dfesa); Empresa Catarinense de Transmissão de Energia (ECTE); Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan); Usina Hidrelétrica de Cubatão S/A; e Fundo Energia PCH. Na reunião de diretoria desta semana, a Agência concedeu prazo de 120 dias para a holding alienar a participação na Maesa e a conseqüente transferência da parcela detida na concessão da usina hidrelétrica de Machadinho, em Santa Catarina. Na semana passada, a Agência aprovou os editais de leilão da venda das empresas Machadinho Energética S/A (Maesa) e Dona Francisca Energética S/A (Dfesa).
Os ativos de geração que passarão para a Celesc Geração são os seguintes:
Usina |
Potência
(MW) |
Usina |
Potência
(MW) |
PCH Ivo Silveira |
2,6 |
CGH Rio do Peixe |
|
PCH Salto |
6,3 |
CGH São Lourenço |
0,42 |
PCH Celso Ramos |
5,4 |
CGH Piraí |
0,78 |
PCH Cedros |
8,4 |
PCH Palmeiras |
24,4 |
PCH Bracinho |
15 |
PCH Garcia |
8,9 |
PCH Caveiras |
3,82 |
PCH Pery |
4,4 |
CGH: Central Geradora Hidrelétrica - PCH: Pequena Central Hidrelétrica
Poços de Caldas - Na reunião desta semana, a diretoria colegiada da Aneel reafirmou a obrigatoriedade de a concessionária Departamento Municipal de Poços de Caldas (DME-PC), de Minas Gerais, realizar o processo de desverticalização com a separação da distribuidora das demais atividades, inclusive participações em outras sociedades e em concessões de transmissão. A Agência negou recurso administrativo encaminhado pela empresa em que solicitava a exclusão da concessionária no processo de segregação de atividades.
Resultado da prova escrita do concurso
de
especialista é publicado no Diário Oficial
O resultado definitivo da prova escrita do concurso para o cargo de Especialista em Regulação da Aneel foi publicado nesta quinta-feira (05/10), no Diário Oficial da União. O resultado final da primeira fase deverá ser divulgado ainda este mês, após a conclusão da análise de títulos e a comprovação de experiência profissional dos habilitados.
A relação dos candidatos pode ser consultada aqui ou na página eletrônica da Escola de Administração Fazendária (www.esaf.fazenda.gov.br). O cronograma do concurso prevê ainda a realização de curso de formação de caráter eliminatório e classificatório com duração estimada de 30 dias.
As provas do concurso foram aplicadas pela Esaf nos dias 19 e 20 de agosto em Brasília (DF), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP). O cargo prevê remuneração de R$ 4.737,86 mensais. Mais informações no banner Concurso Público, na página da Aneel na internet (www.aneel.gov.br).

Declaradas de utilidade pública áreas em MG, RS, CE e PA
A Aneel declarou de utilidade pública áreas de terra necessárias ao estabelecimento das faixas de segurança das linhas de transmissão, de 69 quilovolts (kV) de tensão, que conectarão a pequena central hidrelétrica (PCH) Esmeralda à PCH São Bernardo, no Rio Grande do Sul, e a subestação Senador Pompeu à subestação Pedra Branca, no Ceará. As declarações, para fins de instituição administrativa, beneficiam as empresas Esmeralda S/A e Companhia Energética do Ceará (Coelce), respectivamente.
A linha que ligará as PCHs terá 53 quilômetros (km) de extensão e permitirá escoar a energia da PCH Esmeralda até a PCH São Bernardo, que entrou em operação em agosto último. A partir dessa usina, a linha será conectada ao sistema elétrico regional através da subestação Paim Filho, de propriedade da Rio Grande Energia S/A (RGE).
No Ceará, a linha que ligará as subestações Senador Pompeu e Pedra Branca terá 31,5 km de extensão e propiciará o aumento da capacidade do sistema elétrico para atendimento ao crescente mercado de energia elétrica regional.
Áreas de terras localizadas em Minas Gerais e no Pará também foram declaradas de utilidade pública, em favor das concessionárias Cemig Distribuição S/A e Centrais Elétricas do Pará S/A (Celpa), necessárias à passagem das linhas Itajubá 3 – Paraisópolis e Itacaiúnas – Itupiranga, respectivamente.
A linha Itajubá 3 – Paraisópolis, de 138 kV de tensão, interligará a subestação Cambuí 2 ao sistema elétrico da Cemig, numa extensão de 30,5 km. A linha Itacaiúnas – Itupiranga também vai operar numa tensão de 138 kV e terá 55,7 km de extensão.
Por fim, a Agência declarou de utilidade pública, para fins de desapropriação, área de terra em Minas Gerais necessária ao acesso à PCH Carangola, de 15 megawatts (MW) de potência. A declaração favorece a empresa Carangola S/A.

Autorizada nova pequena central hidrelétrica no Paraná
A empresa Itajuí Engenharia de Obras Ltda. foi autorizada a se estabelecer como Produtor Independente de Energia para a implantação e exploração da pequena central hidrelétrica (PCH) Córrego Fundo, no rio Pirapó, no estado do Paraná. A usina, com 10 megawatts (MW) de potência, estará localizada entre os municípios paranaenses de Colorado e Paranapoema.
Nesta semana, a Aneel aprovou ainda a transferência das autorizações de duas PCHs denominadas Queluz e Lavrinhas, em São Paulo. As usinas serão implantadas no rio Paraíba do Sul, entre os municípios paulistas de Queluz e Lavrinhas do Sul e terão, cada uma, potência de 30 MW. As autorizações de ambas passarão da empresa Empreendimentos Patrimoniais Santa Gisele Ltda. para as empresas Usina Paulista Queluz de Energia Ltda. e Usina Paulista Lavrinhas de Energia Ltda., respectivamente.
No Rio Grande do Sul, a empresa Hidrotérmica S/A também foi autorizada a transferir a autorização da PCH Boa Fé para a empresa Boa Fé Energética. O empreendimento terá 11 MW de potência e será instalado no rio Carreiro, entre os municípios gaúchos de Serafina Correa e Nova Bassano.

Projeto de gestão integrada da Aneel é
destaque no Fórum de Boas Práticas
A Aneel foi selecionada pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) para participar do I Fórum de Boas Práticas, a se realizar na próxima terça-feira, dia 10 de outubro, em São Paulo. Outras 35 empresas integram o evento, cujo objetivo é a troca de experiências sobre casos de gestão entre as empresas que contribuíram com o Ciclo de Boas Práticas 2006 da FNQ. A Fundação é uma instituição sem fins lucrativos, que desde 1991 divulga os fundamentos de excelência em gestão para o aumento da competitividade das organizações. Veja aqui mais informações sobre a FNQ.
O projeto "Gestão Integrada do Planejamento e Execução dos Programas e Ações Afetas à Missão da Instituição", de responsabilidade da Superintendência de Planejamento da Gestão da Aneel, a ser apresentado por três técnicos da Agência, faz parte do Plano Gerencial - Plano de Trabalho Anual, que apresenta o detalhamento e desenvolvimento das ações do Plano Plurianual (PPA) da Aneel. Executado por todos os órgãos federais, o Plano Plurianual reúne as diretrizes governamentais elaboradas pelo poder Executivo e aprovadas pelo Legislativo por um período de quatro anos.
Para proporcionar mais agilidade e visão dos projetos desenvolvidos e facilitar o alcance das metas anuais, o projeto “Gestão Integrada” incorpora o Sistema SIGANEEL, desenvolvido para elaboração e acompanhamento do Plano de Trabalho e execução físico-financeira. Esse Sistema de Informações Gerenciais da Aneel é fonte de informações para os relatórios e contribui na realização das reuniões internas periódicas para avaliar as práticas de gestão de acordo com o plano de trabalho.

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A diretoria da Agência manteve multa de R$ 152,32 mil à empresa Centrais Elétricas de Santa Catarina S/A (Celesc), ao negar recurso contra penalidade aplicada devido à destinação de recursos da concessão em atividades alheias ao objeto da prestação de serviços. Em 2000, a fiscalização da Aneel detectou o desembolso indevido de recursos de publicidade.






A Aneel licitou e autorizou, desde 1998, 28.263,10 quilômetros de extensão de linhas de transmissão. Desses, 20.410,38 quilômetros estão em operação comercial. Em 2005 foram energizados 3.035,70 quilômetros de linha. Em 2006 já foram energizados 475,80 quilômetros em linhas e estão previstos mais 3.523,22 quilômetros até o final do ano, totalizando 3.999,02 novos quilômetros de linhas construídas em 2006. Atualmente estão em operação 82.995,876 quilômetros de linha no Sistema Interligado Nacional - SIN.


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