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Geração de energia: Aneel ultrapassa a marca
dos 100 mil MW de potência fiscalizada

A marca está registrada no Banco de Informações de Gereação (BIG). A partir da entrada em operação comercial da primeira unidade da usina, os fiscais entram em campo para acompanhar o funcionamento, manutenção e operação.


 

Audiência Pública discute dois novos indicadores
de qualidade para os serviços das distribuidoras

As contribuições, que podem ser enviadas até o dia 15 de fevereiro do próximo ano, visam ouvir a sociedade sobre os novos procedimentos no tratamento das reclamações dos consumidores.


 

Resolução aprovada pela Aneel institui critérios
de repasse de custos do Programa Luz Para Todos

O novo regulamento considera os investimentos realizados pelas distribuidoras de acordo com as diretrizes do Programa e os custos operacionais envolvidos. O impacto nas tarifas dos consumidores ficará limitado a 8%.


 
 




Brasil atinge a marca de 100 mil MW de
potência sob fiscalização da Aneel

       A capacidade total de geração de energia elétrica do país alcançou 100,3 mil megawatts (MW) neste mês de dezembro. A marca foi registrada no Banco de Informações de Geração (BIG), elaborado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e atualizado diariamente na página eletrônica www.aneel.gov.br com os dados da operação das usinas de fonte hidráulica, térmica, eólica e solar. O número corresponde à potência fiscalizada, que é a potência constatada em campo pela fiscalização.
       Em 2007, entraram em funcionamento usinas que somam 3.164,4 MW de potência instalada. Desse montante, 2.215 MW são de usinas hidrelétricas; 758,7 MW de termelétricas e 190,7 MW de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) que têm capacidade instalada entre 1 e 30 MW. Das hidrelétricas, as maiores foram as duas unidades da usina de Tucuruí, no Pará (375 MW cada) e três unidades de Campos Novos, em Santa Catarina (293,33 MW cada).
       Da geração termelétrica, o destaque é o começo das operações das últimas três unidades da usina Governador Leonel Brizola (ex-TermoRio), cada uma de 124 MW, todas em julho deste ano. A termelétrica, movida a gás natural, está localizada em Duque de Caxias (RJ). As usinas a biomassa somaram 115,8 MW.
       Até o final deste ano, a fiscalização dos empreendimentos de geração sinaliza o início das operações de mais empreendimentos que totalizarão 480,8 MW. Outras usinas, com capacidade total de 425,9 MW, também estão listadas para começar as atividades este mês, mas ainda têm impedimentos administrativos, ambientais e judiciais.
       O BIG está disponível para consulta no link Informações Técnicas/Banco de Informações de Geração na página eletrônica www.aneel.gov.br e também traz informações sobre os empreendimentos em construção e os outorgados, cujas obras ainda não foram iniciadas. Os dados de fiscalização de geração podem ser acessados no link Informações Técnicas/Fiscalização/Geração onde pode ser acompanhado o andamento das obras das usinas, com informações atualizadas mensalmente.
 

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Proposta de novos indicadores de qualidade
para as distribuidoras está em audiência pública

       A criação de dois novos indicadores de qualidade em relação aos serviços prestados pelas distribuidoras é o principal ponto da proposta de resolução que será submetida pela Aneel à audiência pública a partir da próxima segunda-feira (17/12) em sua página na internet (www.aneel.gov.br). A minuta proposta estabelece novos procedimentos a serem adotados pelas concessionárias para o tratamento das reclamações dos consumidores, em substituição ao disposto pela Resolução Normativa nº 382/1998.
       O indicador DEA (Duração Equivalente de Atendimento à Reclamação do Consumidor) representará o tempo médio de solução das reclamações procedentes dos consumidores, e o FEA (Freqüência Equivalente de Atendimento à Reclamação do Consumidor) a quantidade de reclamações procedentes a cada mil consumidores atendidos pela distribuidora. As concessionárias deverão ainda cumprir metas estabelecidas para os novos indicadores e terão penalidades em caso de descumprimento.
       Também estão sendo propostas alterações na tipologia de classificação das reclamações, alteração no prazo de envio das informações para a Aneel e no prazo de armazenamento das informações na distribuidora.
       As sugestões por escrito poderão ser enviadas até o dia 15 de fevereiro de 2008 para o e-mail ap051_2007@aneel.gov.br; para o fax (61) 2192-8839, ou pelo correio para o endereço SGAN – Quadra 603 – Módulo I – Térreo/Protocolo Geral da Aneel – Brasília- DF - CEP 70.830-030. Haverá ainda uma audiência pública presencial no dia 14 de fevereiro de 2008 na sede da Aneel em Brasília para os interessados em apresentar pessoalmente as contribuições.
       A minuta de resolução proposta complementa as regras de qualidade existentes. Para avaliar a qualidade técnica dos serviços, a Agência utiliza os indicadores DEC, FEC, DIC e FIC, que representam a duração e a freqüência de interrupções no fornecimento de energia por conjunto e por unidade consumidora.  

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Repasse para as tarifas de investimentos do
Luz para Todos é aprovado pela Aneel

       As concessionárias de distribuição de energia elétrica poderão repassar aos consumidores os custos decorrentes da universalização do acesso à energia na área rural, por meio do Programa Luz para Todos. Aprovada esta semana pela diretoria da Aneel, a metodologia considera os investimentos realizados segundo as diretrizes do Programa e os custos operacionais envolvidos.
       Além das despesas, também é levada em consideração a receita obtida com as unidades consumidoras atendidas pelo Programa Luz Para Todos, descontada taxa de inadimplência de 0,5% do faturamento bruto reconhecida pela Aneel. O impacto tarifário para os consumidores será limitado a 8%, conforme previsto na Resolução Normativa Aneel nº 175/2005.
       O texto final do regulamento que institui os critérios de ressarcimento às distribuidoras é resultante das contribuições incorporadas em processo de audiência pública realizado pela Aneel entre 20 de abril e 30 de maio deste ano. Esse ressarcimento levará em conta apenas as obras concluídas e o número de unidades consumidoras atendidas até a data do reajuste anual ou da revisão tarifária periódica das distribuidoras.
       A metodologia determina que investimentos feitos com capital da concessionária serão remunerados com base no Custo Médio Ponderado de Capital definido pela Aneel para o primeiro (11,26%) e o segundo (9,95%) ciclos de revisão tarifária das distribuidoras. Em relação aos financiamentos com recursos da Reserva Global de Reversão (RGR)*, apenas o custo efetivo desses empréstimos será incorporado à tarifa. O custo médio ponderado de capital é um indicador que possibilita o cálculo da taxa de retorno dos investimentos das empresas.
       Pela regulamentação, os investimentos feitos a partir de recursos destinados ao Programa sem ônus para a concessionária não terão direito ao recebimento de remuneração ou depreciação via tarifa. A metodologia aprovada pela Aneel trata apenas dos valores desembolsados pelas distribuidoras sem cobertura tarifária.
       O Luz Para Todos foi instituído pelo Decreto 4.873/2003 com o objetivo de universalizar o acesso à energia elétrica na área rural. O programa prevê o atendimento a 100% da população do campo até dezembro de 2008, com recursos originários da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE)**, do caixa de estados e municípios, de financiamentos da RGR e de aportes de capital das distribuidoras.
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*Reserva Global de Reversão (RGR) - encargo do setor elétrico criado pelo Decreto nº 41.019/1957 com a finalidade de indenizar ativos em caso de reversão e/ou encampação dos serviços públicos de energia elétrica, e para financiar a expansão do setor elétrico.
**Conta de Desenvolvimento Energético - encargo criado pela Lei 10.438/2002 com a finalidade de possibilitar a ampliação da oferta de energia a partir de fontes alternativas, promover a universalização do serviço de energia e subsidiar a tarifa social para consumidores de baixa renda.  


Aneel estabelece tarifas básicas para
cooperativas de eletrificação rural

       A Aneel aprovou esta semana as tarifas básicas para oito cooperativas de eletrificação rural localizadas nos estados de São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. As tarifas só poderão ser aplicadas aos seus consumidores após o enquadramento como permissionárias e a assinatura dos respectivos contratos de permissão para o fornecimento de energia elétrica. As tarifas básicas são referenciadas a 31 de dezembro de 2003. Haverá ainda atualização das tarifas pelo Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M). Veja aqui a lista das cooperativas.
       As oito cooperativas fazem parte de um total de 21 entidades que tiveram prazo adicional em julho, quando foram aprovadas as tarifas de outras 22 cooperativas (veja aqui), para se manifestarem quanto às tarifas básicas propostas pela Agência. Do total de 21 cooperativas, 19 concordaram com as tarifas propostas pela Aneel. Além das oito que tiveram suas tarifas aprovadas esta semana, outras seis terão tarifas aprovadas na próxima semana e as demais no próximo ano.
Tarifa obrigatória – Mais 12 cooperativas (veja aqui) de eletrificação rural terão obrigatoriamente as tarifas definidas pela metodologia de revisão tarifária, a ser definida pela Aneel, antes do enquadramento e contrato como permissionárias. Desse total, quatro não tiveram tarifas calculadas pelo processo de simulações tarifárias simplificado adotado para as outras cooperativas, pela falta ou inconsistência nos dados solicitados pela Aneel. Outras seis cooperativas, submetidas ao mesmo processo de simulações não apresentaram parâmetros técnicos compatíveis com as tarifas praticadas pelas distribuidoras de suas áreas e duas não aceitaram as tarifas propostas apresentadas pela Agência.
       A homologação das tarifas básicas das entidades é uma das etapas do processo de regularização das cooperativas, desenvolvido pela Aneel para cumprimento da legislação a partir da Lei nº 9.074/1995 e da Resolução Aneel nº 012/2002, que estabelecem parâmetros para o enquadramento como permissionárias. As diretrizes para a fixação de tarifas e regularização das cooperativas estão previstas na Resolução Normativa Aneel nº 205/2005. A Resolução Normativa Aneel nº 213/2006 aperfeiçoou a regulamentação, ao restringir a atuação das cooperativas às atividades previstas no contrato de permissão a ser assinado com a Aneel.
       A partir da assinatura dos contratos como permissionárias, os consumidores das cooperativas passarão a pagar tarifas fixadas pela Aneel e terão direitos e deveres equivalentes aos consumidores das concessionárias de distribuição. Por sua vez, as cooperativas deverão cumprir a regulação do setor elétrico não só em relação a tarifas, mas à qualidade dos serviços prestados.
       No total, foram 54 cooperativas de eletrificação rural identificadas pela Agência em todo o Brasil passíveis de serem enquadradas como permissionárias no processo de regularização que vem sendo desenvolvido pela Aneel desde 2000. Confira aqui a situação destas cooperativas:

N º de cooperativas
Situação

42

Aprovadas as tarifas básicas para 30 cooperativas. Mais seis (veja aqui) terão a tarifa básica aprovada na próxima semana e outras seis (veja aqui) no ano que vem.

12

Terão as tarifas básicas aprovadas de acordo com metodologia de revisão tarifária a ser definida pela Aneel.
54
TOTAL


 

Tarifas usadas no cálculo da compensação financeira e
na cobertura de custos de usinas são aprovadas pela Aneel

       A Tarifa Atualizada de Referência (TAR) usada no cálculo da Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos (CFURH) para geração hidrelétrica terá seu valor reajustado de R$ 57,63 por megawatt-hora (MWh) para R$ 60,04 MWh a partir de 1º de janeiro de 2008. A correção de 4,19% equivale à variação, nos últimos 12 meses, do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
       O novo valor da TAR terá impacto sobre os recursos que serão pagos em 2008 pelas geradoras à União, a 21 estados, ao Distrito Federal e a 627 municípios como compensação financeira pelo alagamento de áreas destinadas a usinas hidrelétricas. Em 2007, os recursos da compensação financeira alcançaram, até novembro, valor total de R$ 1,1 bilhão, recolhido por 152 usinas. Dessa soma, mais de R$ 900 milhões (90%) foram pagos ao DF, aos estados (45%) e aos municípios (45%).
       Além da TAR, duas outras tarifas tiveram seu valor atualizado esta semana pela Aneel com base na variação do IPCA: a Tarifa de Energia de Otimização (TEO), que passou de R$7,47 MWh para R$ 7,77/MWh; e a Tarifa de Serviços Ancilares (TSA), de R$ 3,64 por megavar-hora (Mvarh)para R$ 3,79 Mvarh. Ambas também terão vigência a partir de 1º de janeiro de 2008.
       A tarifa de otimização é destinada à cobertura dos custos de operação e de manutenção de usinas hidrelétricas, assim como ao pagamento da compensação financeira referente à energia adicional gerada por essas usinas dentro do Mecanismo de Realocação de Energia (MRE)* da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Seu cálculo reflete em parte a variação da TAR.
       A tarifa de serviços ancilares remunera os serviços de suporte na operação e manutenção de usinas e é influenciada pela correção da tarifa de otimização.
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*Mecanismo de Realocação de Energia (MRE) - mecanismo de compartilhamento do risco hidrológico entre os agentes de geração. É acionado pelo Operador Nacional Sistema Elétrico (ONS) para compensar a queda no nível dos reservatórios de usinas hidrelétricas por meio do aumento da geração de outros empreendimentos hidráulicos em situação de maior disponibilidade de água, ou ainda de usinas termelétricas.  

Definidas novas metas de DEC e FEC para a Cocel (PR)

       A Companhia Campolarguense de Energia (Cocel) deverá cumprir novas metas anuais, em 2008, para os indicadores de qualidade que medem a duração (DEC) e a freqüência (FEC) de interrupções no fornecimento de energia elétrica ocorridas em sua área de concessão.
       O regulamento, aprovado esta semana pela Aneel, altera as metas determinadas na Resolução Normativa nº 106/2004 em conseqüência da reconfiguração de conjuntos de unidades consumidoras atendidos pela distribuidora, que propôs o agrupamento dos três conjuntos existentes (Campo Largo, Jazida e Três Córregos) para apenas um conjunto de unidades consumidoras abrangendo toda a área de concessão.
       A revisão das metas foi solicitada pela Cocel de acordo com o artigo 17 da Resolução n° 024/2000, que estabelece os critérios de apuração dos indicadores de qualidade. Segundo o regulamento, as metas anuais dos indicadores devem ser redefinidas no ano correspondente à revisão tarifária das concessionárias. A resolução prevê ainda a possibilidade de uma revisão extraordinária no período entre as revisões por solicitação da concessionária
       O DEC indica o tempo médio em que uma unidade consumidora ficou sem energia e o FEC indica o número de vezes em média que ocorreu interrupção no fornecimento de uma unidade consumidora. O objetivo é proporcionar a melhoria da qualidade do serviço prestado aos consumidores, com a garantia da redução gradual dos valores globais desses indicadores.
       Além dos indicadores coletivos, o serviço das concessionárias é avaliado por indicadores individuais, conhecidos como DIC (Duração de Interrupção Individual por Unidade Consumidora) e FIC (Freqüência de Interrupção Individual por Unidade Consumidora), que medem, respectivamente, a duração e a freqüência das interrupções do fornecimento de energia em cada unidade consumidora. Esses números são detalhados pelas distribuidoras na fatura mensal de seus consumidores.
       Na definição das metas de DEC e FEC, a Agência considera a comparação de desempenho entre os conjuntos de unidades consumidoras das distribuidoras para obter maior homogeneidade entre os agrupamentos de consumidores.
 

Nova usina é autorizada em Goiás

       A empresa Triton Energia Ltda. está autorizada a implantar a pequena central hidrelétrica (PCH) Tamboril no rio Bonito, entre os municípios de Arenópolis e Palestina de Goiás, em Goiás. A empresa vai atuar como produtora independente de energia.
       A usina terá 21,9 megawatts (MW) de capacidade instalada e deverá entrar em operação comercial em janeiro de 2011. As instalações de transmissão da PCH compreendem uma subestação de 13,8/69 kV que será conectada à subestação Palestina, de propriedade da Celg, por uma linha de transmissão de aproximadamente 30 quilômetros de extensão.
       A Agência autorizou também a regularização da termelétrica Cerradinho Potirendaba e a empresa Usina Cerradinho açúcar e Álcool S/A, responsável pelo empreendimento, atuará como produtora independente. A térmica terá a capacidade ampliada para 40,2 MW e está localizada no município de Potirendaba, em São Paulo.
       Os produtores independentes (PIEs) são empresas ou grupo de empresas reunidas em consórcio, com autorização ou concessão para produzir energia destinada ao comércio de toda ou parte da produção, por sua conta e risco. Os produtores independentes podem ampliar e melhorar as condições de oferta e prestação de serviços, tendo como garantia o livre acesso aos sistemas elétricos. Além disso, têm autonomia para fechar contratos bilaterais de compra e venda de energia elétrica.  

Rápidas


  • A empresa Boca do Monte Energia Ltda. irá transferir para a empresa BME – Capão da Convenção Energia S/A as autorizações para implantação e exploração das pequenas centrais hidrelétricas Engº Ernesto Jorge Dreher e Engº Henrique Kotzian, de 17 MW e 13 MW de capacidade instalada, respectivamente. As usinas estarão localizadas nos municípios de Júlio de Castilhos e Salto do Jacuí, no Rio Grande do Sul, e deverão entrar em operação comercial em março do ano que vem.
  • A empresa Tradener Ltda. foi autorizada a exportar para o Uruguai, em caráter excepcional, temporário e interruptível, até 72 megawatts (MW) de potência e energia elétrica associada. A operação será feita por meio da Estação Conversora de Freqüência de Rivera e do sistema de transmissão que interliga Rivera, no Uruguai, à Subestação de Livramento, no Rio Grande do Sul. A exportação está prevista para todo o ano de 2008.

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Mais Energia

Geração


Acompanhe a previsão de entrada em operação das usinas em obras.


Acréscimo anual da geração em MW. Evolução da capacidade instalada de 1990 a 2004.


Transmissão


Acompanhe o andamento das obras de transmissão. Previsão de entrada em operações de linhas autorizadas e concedidas.


A Aneel licitou e autorizou, desde 1998, 32.004,32 quilômetros (km) de extensão de linhas de transmissão. Desses, 23.132,10 km estão em operação comercial. Em 2006, foram energizados 3.197,20 km de linhas. Em 2007, já foram energizados 719,20 km em linhas e estão previstos mais 816,20 km até o final do ano, totalizando 1.535,40 novos km de linhas construídas este ano. Atualmente, estão em operação 83.947,216 km de linhas no Sistema Interligado Nacional (SIN).

 

Rede básica de transmissão. Acréscimo anual de linhas.

 

Assessoria de Comunicação e Imprensa - Aneel
Telefones: (61) 2192-8638/89978/8708 Fax: (61) 2192-8623 e E-mail:
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