Cálculo tarifário e metodologias

por: SGT - publicado: 24/02/2016 19:54, última modificação: 01/03/2016 18:04
Nesta seção, você encontra informações sobre o cálculo da tarifa e as metodologias empregadas para a composição da tarifa de energia elétrica.

METODOLOGIA DE CÁLCULO TARIFÁRIO DA GERAÇÃO

  • Receita Anual de Geração

    Receita Anual de Geração

    A RAG é o valor a que o gerador tem direito pela disponibilização da Garantia Física, em regime de cotas de garantia física, de energia e de potência da usina hidrelétrica.

  • Cota de Garantia Física

    Cota de Garantia Física

    Os Contratos de Cota de Garantia Física (CCGF) são assinados por geradores e distribuidoras para assegurarem o fornecimento de energia elétrica.

METODOLOGIA DE CÁLCULO TARIFÁRIO DA TRANSMISSÃO

  • Receita Anual Permitida

    Receita Anual Permitida

    A Receita Anual Permitida (RAP) é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação o serviço público de transmissão aos usuários.

  • Tarifa de Uso da Transmissão

    Tarifa de Uso da Transmissão

    O pagamento do uso do sistema de transmissão é feito por meio da aplicação das Tarifas de Uso do Sistema de Transmissão – TUST, reajustadas anualmente.

  • Encargo de Conexão

    Encargo de Conexão

    O Encargo de conexão ao Sistema de Transmissão é remuneração que a transmissora recebe dos usuários conectados em DIT de uso exclusivo.

METODOLOGIA DE CÁLCULO TARIFÁRIO DA DISTRIBUIÇÃO

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Depreciação e Remuneração dos Investimentos

Depreciação e Remuneração dos Investimentos

por: SGT - publicado: 05/02/2016 19:04, última modificação: 04/03/2016 11:52

A Cota de Depreciação refere-se à recomposição do capital investido e a remuneração dos investimentos, à rentabilidade do negócio de distribuição.

A Remuneração dos Investimentos depende do Custo de Capital, que é a taxa de rentabilidade a ser adotada no cálculo da remuneração das empresas e representa o custo de oportunidade dos recursos, compatível com um risco similar ao que enfrenta a atividade.

Já a Cota de Depreciação depende da taxa de depreciação do bens da concessionária e da Base de Remuneração Regulatórias.

No ano de 2015, aumentou-se a taxa de remuneração do capital investido pelas distribuidoras, de modo a refletir o maior nível de risco para se investir no setor de distribuição de energia no Brasil. O custo de capital tende a reduzir com a redução de risco, razão da necessidade de estabilidade de regras, incluindo o compromisso com os contratos de concessão firmados entre concessionárias de distribuição e poder concedente.

Para saber mais leia o Módulo 2 do PRORET.