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ANEEL e IMASUL aprovam estudos de PCHs que podem gerar R$ 1 bi em investimentos no MS

Autor: AID

Publicação: 06/06/2019 | 14:27

Última modificação: 06/06/2019 | 14:32

 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (IMASUL) aprovaram nesta quinta-feira (6/6), em Campo Grande (MS), o primeiro Inventário Participativo de Potencial Hidrelétrico. Realizado em conjunto pelos dois órgãos, o inventário mapeou sete Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) que podem ser construídas na bacia do Rio Pardo. Juntas, essas usinas terão cerca de 130 megawatts (MW) de potência, o suficiente para abastecer uma população de 1 milhão de pessoas. A iniciativa é inédita e pode viabilizar investimentos de R$ 1 bilhão no Mato Grosso do Sul.



O Inventário Participativo tem como objetivo dar mais segurança aos empreendedores quanto à emissão das licenças ambientais. Isso acontece porque o órgão ambiental participou diretamente dos estudos de inventário, dando a eles uma condição de “pré-viabilidade”.

O evento contou com a presença do diretor-geral da ANEEL, André Pepitone, do secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar do Mato Grosso do Sul, Jaime Verruck, e do diretor-presidente do IMASUL, Ricardo Eboli.

"Inauguramos um trabalho piloto e inovador, que será benchmark em uma agenda que vamos implementar nos demais estados do país", disse Pepitone, enfatizando que a avaliação integrada, com o órgão ambiental participando desde a concepção inicial do projeto, gera eficiência e segurança no processo.

O projeto foi apresentado ao governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, que comemorou a iniciativa.

As sete PCHs que tiveram o estudo de inventário aprovado pela ANEEL são: Barreiro (24,1 MW), São Sebastião (23,9 MW), Cachoeira Branca (21 MW), Botas (18,2 MW), Recreio Jusante (13 MW), no rio Pardo, além de Ribas (13,6 MW) e Cervo (16,1 MW), no Ribeirão das Botas.