TARIFAS

Agência reduz tarifas residenciais da CPFL Santa Cruz

Autor: AID

Publicação: 17/03/2020 | 10:32

Última modificação: 17/03/2020 | 11:29

 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou nesta terça-feira (17/3), durante Reunião Pública Ordinária, redução nas tarifas residenciais (B1) da CPFL Santa Cruz. Os novos índices da distribuidora – que atende cerca de 460 mil unidades consumidoras em 45 municípios nos estados de São Paulo, Paraná e Minas Gerais – entram em vigor no dia 22/3/2020.

O efeito médio nas tarifas será de -1,23% para os consumidores residenciais (B1). Confira abaixo os índices que serão aplicados no reajuste anual da distribuidora:

Empresa

Consumidores residenciais - B1

CPFL Santa Cruz

-1,23%

 

Empresa

Classe de Consumo – Consumidores cativos

Baixa tensão
em média

Alta tensão
em média (indústrias)

Efeito Médio
para o consumidor

CPFL Santa Cruz

-0,32%

1,14%

0,20%

 

O resultado decorre principalmente da retirada de componentes financeiros estabelecidos no último processo tarifário, além da redução nos encargos setoriais, com destaque para a quitação antecipada do saldo da Conta de Desenvolvimento Energético (Conta-ACR*), em 2019.

Ao calcular o reajuste, conforme estabelecido no contrato de concessão, a Agência considera a variação de custos associados à prestação do serviço, divididos em Parcela A (aquisição e transmissão de energia e os encargos setoriais) e Parcela B (custos gerenciados pela empresa para manter suas atividades).

Veja no vídeo educativo abaixo a diferença entre os processos de Reajuste Tarifário Anual e de Revisão Tarifária Periódica, realizada a cada cinco anos (em média).


O efeito médio da alta tensão refere-se às classes A1 (>= 230 kV), A2 (de 88 a 138 kV), A3 (69 kV) e A4 (de 2,3 a 25 kV). Para a baixa tensão, a média engloba as classes B1 (Residencial e subclasse residencial baixa renda); B2 (Rural: subclasses, como agropecuária, cooperativa de eletrificação rural, indústria rural, serviço público de irrigação rural); B3 (Industrial, comercial, serviços e outras atividades, poder público, serviço público e consumo próprio); e B4 (Iluminação pública).


*A Conta-ACR foi um mecanismo de repasse de recursos às distribuidoras para cobertura dos custos com exposição involuntária no mercado de curto prazo e o despacho de termelétricas entre fevereiro e dezembro de 2014.

 

 

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