TARIFAS

Reajuste tarifário da Energisa Borborema entra em vigor dia 4/2

Autor: ASSESSORIA DE IMPRENSA

Publicação: 29/01/2019 | 10:19

Última modificação: 29/01/2019 | 10:21

 

Aprovada a aplicação do reajuste tarifário da Energisa Borborema, a partir de 4/2/2018. A empresa atende 212 mil unidades consumidoras localizadas no estado da Paraíba.

Ao calcular o reajuste, conforme estabelecido no contrato de concessão, a Agência considera a variação de custos associados à prestação do serviço.

Confira abaixo os índices que serão aplicados às contas de luz dos consumidores:

Empresa

Consumidores residenciais - B1

EBO (PB)

4,14%

 

Empresa

Classe de Consumo – Consumidores cativos

Baixa tensão
em média

Alta tensão
em média (indústrias)

Efeito Médio para o consumidor

EBO (PB)

4,60%

3,81%

4,36%


O índice de reajuste da EBO foi positivo pelo impacto do risco hidrológico na gestão da aquisição de energia, com a compensação dos valores de compra de energia não considerados no valor médio concedido na tarifa (CVA Energia) definida no último processo tarifário. Ou seja, a distribuidora teve ao longo do ano passado custos mais altos do que o concedido via tarifa para aquisição de energia, e que foram incorporados ao processo tarifário deste ano.

O diretor geral da ANEEL André Pepitone afirmou que o risco hidrológico foi o fator que mais impactou os reajustes tarifários dos últimos anos, sem considerar a participação dos encargos nas faturas. “No processo da Borborema, foi o risco hidrológico que tornou o índice de reajuste positivo. Realmente tem sido o fator de impacto dos processos tarifários desde que se iniciou o período de escassez hídrica”, destacou o diretor.

O relator do processo, o diretor Sandoval Feitosa, também ressaltou o impacto do risco hidrológico, mas acrescentou que a retirada de parcela do encargo de CDE USO pode contribuir para índices mais baixos nos processos tarifários deste ano. No caso da Borborema, a saída dessa parcela teve impacto de -2,83% no cálculo do reajuste.

A bandeira tarifária contribuiu para reduzir em 1,45% o índice final do reajuste da EBO.

O efeito médio da alta tensão refere-se às classes A1 (>= 230 kV), A2 (de 88 a 138 kV), A3 (69 kV) e A4 (de 2,3 a 25 kV). Para a baixa tensão, a média engloba as classes B1 (Residencial e subclasse residencial baixa renda); B2 (Rural: subclasses, como agropecuária, cooperativa de eletrificação rural, indústria rural, serviço público de irrigação rural); B3 (Industrial, comercial, serviços e outras atividades, poder público, serviço público e consumo próprio); e B4 (Iluminação pública).

Mais informações sobre reajustes tarifários podem ser consultadas no endereço eletrônico www.aneel.gov.br, no link entendendo a tarifa, e no aplicativo ANEEL Consumidor, disponível para dispositivos móveis Android ou IOS.