Comissão Técnica de Apoio à AIR

por: SCR - publicado: 12/06/2018 16:04, última modificação: 12/06/2018 16:08

Constituída por meio da Portaria nº 2.867, de 30/9/2013, a Comissão tem como atribuições dar apoio e orientação às áreas regulatórias da Agência na utilização das ferramentas de Análise de Impacto Regulatório (AIR) e coordenar a troca de experiências com agências reguladoras e outras instituições. As ações de capacitação em AIR para os servidores da Agência são promovidos pela Superintendência de Recursos Humanos (SRH) em parceria com a Comissão. A Comissão também conta com o apoio de servidores voluntários de diversas área sem todas as atividades desenvolvidas.

Toda a equipe está à disposição dos servidores para esclarecimento de dúvidas e recebimento de contribuições e sugestões.

E-mail geral da Comissão: comissaoair@aneel.gov.br


Processo Decisório

por: SCR - publicado: 12/06/2018 15:46, última modificação: 12/06/2018 15:56

Como regra geral, o Relatório de AIR deve ser submetido à primeira fase de Audiência Pública (AP) anteriormente à elaboração de eventual minuta de ato normativo. Essa primeira fase pode ser dispensada, a critério da Diretoria, nos casos em que a unidade organizacional responsável pela instrução do processo já tenha realizado Consulta Pública (CP) específica.

O Relatório de AIR pode ser submetido em conjunto com o ato normativo em discussão nas seguintes situações: (i) nos casos em que a AIR seria dispensável, mas foi realizada a critério da unidade organizacional; (ii) nos casos de atos normativos de evidente baixo impacto, atos normativos voltados a disciplinar direitos ou obrigações definidos em instrumento legal superior que não permitam diferentes alternativas regulatórias ou em casos de urgência, os quais a Diretoria não dispensou a AIR; (iii) nos casos previstos na Agenda Regulatória, devidamente justificados; e (iv) em demais casos aprovados pela Diretoria.

Já quanto à realização Avaliação de Resultado Regulatório (ARR) - conceito apresentado na Resolução Normativa nº 798/2017 -, seu prazo deve estar previsto nos atos normativos, exceto nos atos normativos que tratam os incisos de I a IV do caput do art. 6º da Resolução Normativa nº 798/2017 e nos atos normativos de evidente baixo impacto. Para os casos de dispensa de AIR em virtude de urgência, a realização da ARR deverá observar o prazo máximo de 2 (dois) anos, a contar da entrada em vigor do ato normativo.

Nas imagens a seguir são apresentadas a forma como essas etapas devem se estruturar no processo decisório da ANEEL.

 

 

 

 

 


 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) realizou nesta quinta-feira (1º/2), em Brasília (DF), a premiação do IASC 2017 -Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor – que reconhece as distribuidoras mais bem avaliadas pelos consumidores residenciais. A cerimônia contou com a presença do diretor-geral da ANEEL, Romeu Rufino, dos diretores da Agência André Pepitone da Nóbrega e Tiago Correia, do Secretário de Energia do Ministério de Minas e Energia (MME), Fábio Lopes, do Deputado Rodrigo Martins (PSB-PI), Presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados, – além de representantes das distribuidoras, dos Conselhos de Consumidores e de outras instituições do setor elétrico.


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O workshop teve por finalidade a troca de experiências entre as transmissoras quanto às providências pactuadas com a ANEEL para redução de desligamentos forçados no sistema de transmissão e tratou dos seguintes temas: descargas atmosféricas, falhas humanas e indeterminadas, queimadas e toque de vegetação.

A atividade contou com a participação do Professor Doutor da UFMG, Silvério Visacro Filho.
 

Acesse os vídeos do evento (youtube.com):

Parte 1  |   Parte 2

 


Apresentações

Título Nome Instituição Arquivo
Resultados do 1º ciclo de Planos de Melhorias e Providências de Transmissoras Sandoval de Araújo Feitosa Neto ANEEL
Desligamentos de LT's por Descarga Atmosférica Silvério Visacro UFMG
Desligamentos por Descargas Atmosféricas Augustinho Simões Celeo Redes - JTE
Plano de Melhorias para Desligamentos Forçados por Descargas Atmosféricas Edson Pedroso TME
Classificação de Desligamentos Forçados no Sistema Siper David do Nascimento Gonçalves e Roberto Gomes Peres Junior ONS
Desligamentos Forçados por Causa Indeterminada em Linhas de Transmissão na CEEE-GT José Eduardo M. Cereja e Leandro Henrique Bona  Puchale CEEE-GT
Desligamentos por causa humana Luiz Vinícius S. Puppi Copel
Plano de Melhorias e Providências para Redução de Desligamentos Forçados por Causas Humanas Acidentais Gianfranco Corradin CTEEP
Redução de Desligamentos Forçados Causados por Queimadas na LT 230 kV Arapiraca III/Penedo C S9 AL Miguel Carlos Medina Pena e Narion Ranieri da Cunha Cardoso Chesf
Faixa de Servidão Aurélio da Cunha Mendes MTE

Seminário "Desafios da Geração de Energia Elétrica no Brasil"

por: SCR - publicado: 26/10/2017 17:35, última modificação: 31/10/2017 13:23

 

A ANEEL promoveu na quinta-feira (19/10), no auditório da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o seminário “Desafios da Geração de Energia Elétrica no Brasil”. Ao todo, mais de 200 participantes acompanharam os três painéis que discutiram a situação do segmento de geração de energia e o potencial de expansão das diferentes alternativas da matriz energética brasileira.

O primeiro painel do seminário, sobre planejamento da geração, reuniu os dirigentes das principais instituições do setor elétrico brasileiro para discutir aspectos como investimentos, política energética, desafios da operação e a visão de futuro do mercado de energia elétrica. 

O segundo painel promoveu debates sobre licenciamento socioambiental de empreendimentos de geração a partir das perspectivas de palestrantes diversos, cujas apresentações encontram-se ao final desta página.

O terceiro painel reuniu dirigentes das principais associações do setor para apresentar a visão dos empreendedores sobre os desafios da expansão das diferentes fontes de geração. 

Este foi o primeiro evento da ANEEL transmitido ao vivo pelo Youtube e com possibilidade de interação por meio do WhatsApp.

 

Conteúdos do Seminário - Apresentações

PAINEL 1
PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO

Título Nome Instituição Arquivo
Política Energética para o segmento de Geração Ricardo Brandão MME
A visão da EPE Luis Barroso EPE
Visão de futuro do Mercado de Energia Elétrica Talita Porto CCEE

 

PAINEL 2
LICENCIAMENTO SOCIOAMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS DE GERAÇÃO

Título Nome Instituição Arquivo
Licenciamento socioambiental de empreendimentos de Geração Jônatas Souza da Trindade IBAMA
Licenciamento socioambiental de empreendimentos de Geração Anderson Silva Aguilar SISEMA
Licenciamento socioambiental de empreendimentos de Geração Enio Fonseca FMASE

 

PAINEL 3
EXPANSÃO DA GERAÇÃO - VISÃO DOS EMPREENDEDORES

Título Nome Instituição Arquivo
Desafios para expansão da Geração em grandes Hidrelétricas Guilherme Jorge Velho APINE
Desafios para expansão da Geração em grandes Hidrelétricas João Alberto Bernardes do Vale ABRAGE
Desafios para Expansão da Geração Térmica Edmundo Alfredo Pochmann ABRAGET
Desafios para Expansão da Geração em PCHs Luiz Otávio Koblitz ABRAGEL
Desafios para Expansão da Geração em PCHs Paulo Arbex ABRAPCH
Desafios para expansão da Geração Eólica Elbia Silva Gannoum ABEEOLICA
Desafios para Expansão da Geração Solar Fotovoltaica

Rodrigo Lopes Sauaia

ABSOLAR
Desafios para Expansão da Cogeração de Biomassa Newton Duarte COGEN

O futuro no atendimento e relacionamento com o consumidor

por: SCR - publicado: 04/07/2017 09:36, última modificação: 05/07/2017 13:58

Nos dias 29 e 30/06/2017, a Agência Nacional de Energia Elétrica promoveu o seminário "O futuro no atendimento e relacionamento com o consumidor". O objetivo do evento era discutir as tendências de transformação digital no atendimento, a evolução do perfil dos consumidores e, com isso, avaliar como o uso da tecnologia pode efetivamente proporcionar uma melhor experiência e tornar o atendimento mais eficiente.

Veja abaixo a programação do seminário e as apresentações e vídeos de cada palestra.

 

Conteúdos do Seminário - Apresentações

Dia 1 - 29/06/2017 - 5ª-feira (tarde)
 

Título Nome Instituição Arquivo
Agência Virtual Elektro Ricardo Leite e Luiz Flávio  ELEKTRO
Renova - Programa de Modernização do Atendimento e Arrecadação José Eduardo Tovar ENEL
A transformação digital da Energisa e o aperfeiçoamento do relacionamento com o cliente Cleyson Jacomini de Sousa ENERGISA
Validação de documentos por e-mail e Implantação da URA Humanizada Gislaine Midori Minamizaki CPFL
Evolução e perspectiva do autoatendimento na Cemig Elieser Francisco Correa CEMIG

 

Dia 2 - 30/06/2017 - 6ª-feira 
 

Título Nome Instituição Arquivo
Relacionamento Inteligente com o Consumidor Nelson Leite ABRADEE
SAC 3.0: O Futuro do Atendimento ao Cliente já chegou Albert Deweik NEOASSIST
A magia por trás da experiência do cliente - otimização da força de trabalho além do Contact Center e o impacto da IoT na dinâmica do
relacionamento
Osvaldo Mundim ASPECTBRASIL
O consumidor (CDC) e os novos canais de atendimento Ricardo Morishita Wada IDP
Transformação digital em grandes organizações – a experiência do Banco do Brasil Joaquim Venancio BANCO DO BRASIL
A Era do Diálogo e os Millennials Jacques Meir GRUPO PADRÃO

 


Os carros elétricos atuais são fruto de um intenso processo de pesquisa e desenvolvimento por parte de vários fabricantes. As tecnologias para o controle do veículo, seus componentes eletrônicos e principalmente as baterias, ainda são tecnologias que não atingiram sua fase de maturação. A boa notícia, é que com os avanços tecnológicos e os ganhos de escala com o aumento da produção, os veículos elétricos vêm tendo quedas significativas de preço.

Outro ponto que merece a atenção é que os carros elétricos são mais caros no momento da aquisição, porém apresentam custos menores de manutenção ao longo da vida útil (ex. não necessitam de lubrificantes para o motor, menos peças móveis, etc.), como também menores custos por km rodado se comparado com os carros com motores de combustão interna.

Sim, inclusive no mundo a maioria dos eventos de recarga ocorrem no domicílio dos proprietários. Entretanto, é necessário que as instalações elétricas estejam adequadamente dimensionadas para atender a potência dos equipamentos de recarga.

Em caso de dúvida sobre seu equipamento, consulte a distribuidora de sua cidade.

Basicamente é necessária a instalação dos equipamentos de recarga, que podem ser de recarga rápida (30 min), semirrápida (2h) ou lenta (8h).

O processo é simples, os equipamentos de recarga incluem os conectores, condutores (fios), acessórios e outros equipamentos associados, que são plugados na entrada dos carros elétricos e fornecem eletricidade para carregar a bateria. 

Segundo a EPE - Empresa de Pesquisa Energética, estima-se que a frota de veículos elétricos no Brasil chegará a 360 mil em 2026, de acordo com o diretor de estudos de petróleo, gás e biocombustíveis da empresa, José Mauro Coelho. Ainda assim, deve representar apenas 2,5% da frota total. Até o final de 2016, a frota brasileira de veículos elétricos era de 2,5 mil unidades, ou 0,04% da frota total. O cenário considera veículos híbridos, principalmente. 

Para o diretor da EPE, os veículos puramente elétricos devem ganhar espaço em nichos de mercado, como frotas privadas e serviços de compartilhamento de carros. E a “descarbonização” do transporte no Brasil também deve ocorrer com o uso de biocombustíveis, como o etanol.

A ANEEL está empenhada em garantir a segurança do suprimento, de forma que a tecnologia possa ser utilizada sem barreiras pela sociedade.


Mobilidade Elétrica - tecnologias limpas e sustentáveis

por: SCR - publicado: 30/05/2017 15:19, última modificação: 02/06/2017 11:13

Os veículos elétricos já ultrapassaram a marca de 2 milhões de unidades comercializadas no mundo, com mais de 1.450.000 pontos de recarga conectados à rede de distribuição.

Mais do que uma tendência, os veículos elétricos têm se apresentado como uma solução para redução das emissões e uma opção para os que buscam meios de transporte ambientalmente amigáveis. Do ponto de vista tecnológico os veículos elétricos são mais eficientes e emitem menos poluentes durante seu funcionamento.  O acelerado desenvolvimento tecnológico tem possibilitado uma constante redução de custos, em especial das baterias, componente-chave deste tipo de veículo. Mantido o ritmo de redução de custos observado até o momento, em alguns anos, os preços dos veículos elétricos tendem a se tornar comparáveis aos automóveis tradicionais.

A ANEEL, cumprindo sua missão institucional, está estimulando a participação da sociedade na discussão referente a recarga de Veículos Elétricos, por meio da Audiência Pública 029/2017.


GERAÇÃO

TRANSMISSÃO

DISTRIBUIÇÃO