Ministro de Minas e Energia Moreira Fanco, apertando a mão da nova diretora da ANEEL Elisa Bastos

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Elisa Bastos toma posse como diretora em cerimônia realizada na ANEEL

A cerimônia ocorreu na terça-feira (11/12) na sede da Agência em Brasília

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Comissão do Senado sabatina e aprova Elisa Bastos para diretora da ANEEL

SABATINA

Comissão do Senado sabatina e aprova Elisa Bastos para diretora da ANEEL

Autor: ASSESSORIA DE IMPRENSA

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A Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado aprovou na manhã desta terça-feira (27/11) o nome de Elisa Bastos para o cargo de diretora da ANEEL. Elisa foi aprovada com 13 votos favoráveis e 1 contrário. A indicação ainda precisa ser aprovada no Plenário do Senado.

Em sua exposição, Elisa Bastos destacou os anos de dedicação ao setor elétrico, e o protagonismo da regulação para a recuperação da economia. “A Agência será fortemente cobrada para buscar um ambiente que promova a estabilidade regulatória e a segurança jurídica do setor elétrico, pautando suas decisões de forma técnica, sempre com o viés de minimizar impactos aos consumidores de energia do país e recuperar a credibilidade de um setor complexo e vital para a sociedade e a economia”, afirmou.

Elisa Bastos atua na Assessoria Especial de Assuntos Econômicos do Ministério de Minas e Energia. É analista de sistemas, com Doutorado e Mestrado em Planejamento de Sistemas Energéticos pela Unicamp. Sua pesquisa é focada em mercado de energia elétrica, com recorte na otimização de leilões de geração de energia. Tem também em seu currículo passagem pela Companhia Energética de Goiás (CELG).

Nos termos do Ato nº 1, de 2009-CI (redação dada pelo Ato nº 4, de 2013-CI), a avaliação dos indicados pela Comissão é feita em duas etapas. A primeira consiste na apresentação do parecer do relator sobre o indicado. Nessa fase, sem a presença do indicado, o relator pode debater com os membros da comissão o conteúdo das questões que serão formuladas na sabatina. Após essa etapa é concedida automaticamente vista coletiva da indicação aos senadores por, no máximo, duas sessões. Na segunda fase, a autoridade é submetida à arguição dos membros da CI para, em seguida, ser votado o parecer do relator. Aprovada na CI, a indicação é então submetida ao Plenário do Senado.